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Índice de Infecção Hospitalar no HCR é próximo a 0%

É uma preocupação constante das pessoas que frequentam os hospitais, seja para realizar consultas, exames, procedimentos ambulatoriais ou cirúrgicos, os riscos de infecções. No Hospital Cristo Redentor, uma comissão atuante realiza o controle de situações de risco: a CCIH- Comissão de Controle de Infecção Hospitalar.  Graças ao trabalho na CCIH, o índice de infecção no HCR é próxima a 0%, padrão comparado a países de primeiro mundo.

A assistência qualificada em todos os segmentos de atuação do hospital garantem uma melhor higienização com produtos aprovados pela ANVISA. Além disso, são realizadas capacitações periódicas dos colaboradores e a rastreabilidade de todos os processos de limpeza, desinfecção e processamento de artigos de uso médico hospitalar.

Conforme Gilberto Bido, gerente de Enfermagem do Hospital Cristo Redentor, a CCIH dedica-se diariamente  a critérios de diagnóstico de infecção hospitalar,  precauções por isolamento,  medidas de prevenção de acidentes para funcionários, cuidados nos procedimentos médicos e de enfermagem, limpeza, desinfecção e esterilização de ambiente e materiais, prevenção de infecção por endoscópios, prevenção de infecção com hemocomponentes, prevenção de exposição com material de risco biológico, precaução para bactérias multirresistentes,  prescrição de antimicrobianos de uso restrito, prevenção de infecção durante coleta e transporte de roupa suja, medidas a serem observadas em reformas e demolições, higienização de louças, descarte de resíduos, armazenamento e higienização de alimentos,  entre outros.

Além disso, critérios muito rígidos são postos em prática ao que se refere a lavagem das mãos, procedimento considerado simples e indispensável no controle de infecção.  “A lavagem correta das mãos pode prevenir a transferência de microrganismos, que colonizam as camadas superficiais da pele. Este ato faz a remoção da oleosidade, suor e células mortas, além da sujidade que contribui para a permanência e multiplicação de microrganismos”, explicou Bido.

Segundo informações da OMS- Organização Mundial da Saúde, as mãos transmitem a chamada contaminação cruzada. A recomendação é lavá-las antes e depois de tocar numa pessoa doente. A orientação é válida para os visitantes e também para os profissionais de saúde. 

Conforme Marcelo Borghetti, Diretor Administrativo do HCR, entre as várias comissões que atuam no hospital, a Comissão de Controle de Infecção Hospital tem um papel fundamental, assim como dos próprios pacientes: “O índice de infecção hospitalar no HCR é baixíssimo graças a conscientização de todos os setores, desde a nutrição, até a sanificação, as recepções, o bloco cirúrgico, o pronto atendimento, o centro de diagnóstico, enfim, todas as áreas seguem seus procedimentos específicos que evitam qualquer tipo de contaminação. Mas não é só isso, nós temos também a colaboração dos próprios pacientes e acompanhantes que seguem as normas internas, como por exemplo, evitar trazer chimarrão no ambiente hospitalar, objetos pessoais como livros, travesseiros etc, e o respeito aos horários de visita.  Sabemos que quanto menor o fluxo de pessoas nos quartos, menor é o risco do paciente entrar em contato com vírus e bactérias existentes no ambiente”, destacou.

Além disso, Borghetti comenta sobre a importância do paciente realizar seus exames no ambiente hospitalar: “Realizar procedimentos e exames em ambiente hospitalar garante segurança ao paciente, já que o local está preparado para qualquer eventualidade e tem o controle de situações de risco”.

A partir dos critérios de prevenção e controle de infecção hospitalar, a CCIH realiza periodicamente reuniões e capacitações. Fazem parte da comissão: Dr. Odolir Bordin, Dr. Victor Brocco, Gilberto Bido, gerente de enfermagem, Marla Nunes do Nascimento, enfermeira gestora, Eliége Paz, enfermeira gestora, Camila Spenassato, nutricionista, Luci Bavaresco, farmacêutica, Juliana Cicheleiro, técnica de segurança do trabalho e Fernanda Mazurek, gestora de sanificação.


IMAGEM: Meramente ilustrativa

 

 

 

 

 

 

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